sexta-feira, 2 de agosto de 2013

a valsa das ovelhas

ainda que sabendo dos rebanhos, que tantam nos engolir pela força da moral reativa de escravo de de ilusões, integrar a seus votos de castidade, ao trono sobre o abismo, mesmo sabendo que os supostos donos do mundo, tentam uma domesticação a ferro fogo, castidade,
praguejam contra os instintos vitais, ainda sim, o riso é potência revolucionária; auto estima, amor próprio e aliança com os guerreiros, a resistência contra o lixo que nos cerca e nos deixa quase submerso. Apesar disso, o lirismo, se faz mais intenso que a valsa suicida.

                   

                                               Mais o comentário da Nota:
e é comum, ouvir trivialidades de falsos sapientes, justificando através de uma retórica de sacerdote, suas ebrações, elevando sua arrogância, passando se por gurus, ou por aquele que conhece os caminhos para a levitação ou quelaquer idéa nesse sentido