segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Sobre os protestos em Istambul

São tantos os recuos que temos que fazer, após tantas vezes na defensiva, e, além disso, somos bombardeados por uma propaganda horrenda, para nos intimidar(quando digo nós, me refiro aos povos do planeta que sofrem com este sistema de merda, e que também luta para o seu desmantelo). As vezes nos acalmamos, e quase adormecemos, mas derrepente vem a gota chegamos na ponta do iceberg e é ai que a chama da rebeldia reacende, seja qual for o motivo(geralmente por revolta aos políticos e tentáculos do capital que nos golpeia). Mesmo distante geograficamente, porém, a chama dos corações estão sicronisadas.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

estão putrefando

os príncipes e princesas estão putrefando na podridão desses imáginários inconvenientes


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

a valsa das ovelhas

ainda que sabendo dos rebanhos, que tantam nos engolir pela força da moral reativa de escravo de de ilusões, integrar a seus votos de castidade, ao trono sobre o abismo, mesmo sabendo que os supostos donos do mundo, tentam uma domesticação a ferro fogo, castidade,
praguejam contra os instintos vitais, ainda sim, o riso é potência revolucionária; auto estima, amor próprio e aliança com os guerreiros, a resistência contra o lixo que nos cerca e nos deixa quase submerso. Apesar disso, o lirismo, se faz mais intenso que a valsa suicida.

                   

                                               Mais o comentário da Nota:
e é comum, ouvir trivialidades de falsos sapientes, justificando através de uma retórica de sacerdote, suas ebrações, elevando sua arrogância, passando se por gurus, ou por aquele que conhece os caminhos para a levitação ou quelaquer idéa nesse sentido

sábado, 6 de julho de 2013

no caos projetei meu próximo

no caos projetei meu próximo dia,
e com um gurda-chuva, cuja função era deixar-me icólume das bolas de fogo atiradas por ele. Porém, era insuficiente,
com os firmaments rsgados,
tentava resistir ao conforto dos ideais prontos,
das linhas que tinham um horizonte previsivel,
e seu caminho não passva por desesrtos.
Atirei-me em pâtanos, e aprendi a língua das serpentes,
aprendi a ser solitário,
aorendi surfar nas ondas do incógnito,
do imprevisivel e instavel.
A surpresas advém do espontâneo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Morphine

a semana começou e segue bem. Dentre muitos prazeres, destaco a dança, a dança de passo em passo, o prazer pelo dilaceramento, mas não dilaceramento físico, e sim a fragmentação do caos, a experiência sensorial, a relação com o corpo etc.
Outro prazer é o de ouvir, cantar, mas não é só. Em cada circunstância, um universo distinto, uma sensação nova, ou talvez a mesma, porém com diferente intensidade.
Muitas canções são capazes de me transpportar por lugares jamais imaginados racionalmente, lugares que eu e outros cujo bom senso musical convive junto. Jamais saberíamos premeditar, projetar de forma deliberada. Poderia vir a ser um devir artístico, a extensão de um sonho, ou uma pintura abstrata.
A Banda Morphine com o Mark Sandman e seu baixo de duas cordas tem o poder de criar devires em seus acordes, nos fazer transeutes de sonhos, abstração de pinturas etc. Tem empty box, e o disco Cure for pain.
É muito bom, testemunhar uma época musical, que teve uma base, mas que, como uma espiral segue fora de seu tempo, além das mesuras da duração
enfim...