memórias, elas existem, consituem um algo, como a ausência de algo ou alguem com quem compartilhamos recortes temporais, registros de intensidade, a ela nos remete.
É de se deliciar com o vivido, mas é doloroso querer retornar a um real parecido,
ou voltar ao mesmo ponto da memória.
E se não é possível passar por algo quase idêntico, um certo desgosto nos toma de assalto.
por isso remeto-me À música tocante do eu, pois, ela estravasa nas linhas do tempo, despretenciosa, e não marca pontos na memória compartilhada, apenas aguça, e nos faz compania, ou pode preencher um espaço oco., mesmo quando se compartilha um registro de intensidade, ela se autonomiza com mais facilidade.
Ela passa autônoma por todas essas fronteiras, e com ela é possível
entrar nessa ausência de espaço.
É de se deliciar com o vivido, mas é doloroso querer retornar a um real parecido,
ou voltar ao mesmo ponto da memória.
E se não é possível passar por algo quase idêntico, um certo desgosto nos toma de assalto.
por isso remeto-me À música tocante do eu, pois, ela estravasa nas linhas do tempo, despretenciosa, e não marca pontos na memória compartilhada, apenas aguça, e nos faz compania, ou pode preencher um espaço oco., mesmo quando se compartilha um registro de intensidade, ela se autonomiza com mais facilidade.
Ela passa autônoma por todas essas fronteiras, e com ela é possível
entrar nessa ausência de espaço.
