quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Adoração ao opressor

Ainda que o poder que legisla formas de controle, normas para a obediência ao grande irmão, ao deus de adoradores desses promotores da morte, desse ladrão das línguas, dessa ave de rapina que tenta aniquilar nossos sonhos, gestos poéticos e vitais, insista em suas políticas fascistas, ainda que eles propagem e façam as pessoas crer que a vida cotidiana(andar num transporte como se fossêmos prisioneiros rumo ao campo de extermínio, onde a necessidade individual, seja mais urgente que o respeito, que o bem coletivo), tem que ser assim de maneira difícil e sofrida.
Num passes de mágica(para um rebanho que as vezes por instinto regae contra a humilhação cotidiana, reage à condição de ratos de laboratórios, a qual são obrigadas a encenar pela força. Mas ao mesmo tempo, este rebanho adora este ídolo daqueles que fraquejam na batalha travada por liberdade de pensamento, de transição etc...), essa mágica que é uma solução fugaz, que aparece em épocas de mudanças, ou troca(de um ladrão, por um agiota, ou escravorata -bandido institucionalisado), dissimulado de social demo qualquer coisa, este multi color, este representante de limbos, da anti vida,  que possibilta e facilita a ascensão de senhores dos feudos contemporâneos, estas serras, ex-guerrilheiros que se tornam sacerdotes do sistema, defensores de banqueiros, burocratas como os Kassapas, Geraldos Senhor Morte, que dissipam a nossa condição de suposto humano, tornando-nos, pelosensação, meio homem, qualquer coisa, um número. Apesar de toda essa lamaria, de toda esse aparato promotor de niilismo, o sublieme das flores, com suas formas e cores, estas nos fazem romper com essa engrenagem, evedenciam a relevância da arte de viver,  nos devolve ao romantismo, ao tempo do riso, do olhar sincronisado com a dança silenciosa da noite, ao passo dos ventos, estes brincalhões... ainda é possível sentir esse aroma, e é a luta urgente, é a guerra para nos mantermos lúcidos, críticos e não entrarmos nos compartimentos do rancor, não vestir a máscara da amargura e do desespero. Apenas estes entrgam suas vidas a divindades fabricadas, a pastores e tiranos deo sirriso amareloe fabricado pela falsidade, pala dissimulação e cretinice.
Que a arte, a música e os bons gestos, os risonhos e zombeteiros clandestinos driblem essa máquina de tortura que tenta nos enquadrar à sua fome, estes nos seja força, potência, libido para o atemporal e indescritível dentro da poesia vital !!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

ebridez de música

num momento, pós
ebridez de música, pensava em escrever sobre seus efeitos; em seguida des-pensei. É justamente cair naquela velho hábito de recionalizar algo indescritível, longe de qualquer conceito. É puro sentido !

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

hoje

Alegria de viver como potência, me parece a melhor arma para resistir ao fascismo
crescente, à anti vida pregada pelos poderes, seja em em
forma de religião, justiça, governos, universidades etc.
Encontrar em nós a força inspiradora, um caule de onde
possam surgir idéias, amor com amigos, amor pela
sabedoria, pela poesia que é uma força revolucionária, a
favor da vida, do devir, é mais um passo dado à liberdade, ao além de si, acredito quando disse Nietzsche, sobre a subida ao além do homem. É um caminho para conhecer a si mesmo e não entregar-se qualquer axioma, em ralação a coisas da vida, do espírito e da filosofia;
Ainda nos encontramos aqui nesse recorte contemporâneo, onde se promove a
trivialidade, onde a burrice fala em praça pública, na
televisão, e se espalha como um vírus. E  a todo momento
travamos esse conflito de idéias, reistimos criando novos
espaços para trocas de vivências, criando linhas de
fugas, conclamado as primaveras que habita em cada
espírito rebelde, abrindo espaços de possibilidades filosóficas.

Lutamos contra o o aniquilamento da criatividade,
contra a propagada disso, existente em toda a cidade-ATRAVÉS DE SUAS inúmeras TVs
espalhadas em trens, bares, casas noturnas, através de
palavras de ordem postas em quase todos os jornais, em boletins com
mensagens codificadas, para confundir, moldar, educarnos
para obediência.
Obediência ?

um caralho , nunca !!


segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

memórias e ausência de epaços

          memórias, elas existem, consituem um algo, como a ausência de algo ou alguem com quem compartilhamos recortes temporais, registros de intensidade, a ela nos remete.
          É de se deliciar com o vivido, mas é doloroso querer retornar a um real parecido,
          ou voltar ao mesmo ponto da memória.
          E se não é possível passar por algo quase idêntico, um certo desgosto nos toma de assalto.
          por isso remeto-me À música tocante do eu, pois, ela estravasa nas linhas do tempo, despretenciosa, e não marca pontos na memória compartilhada, apenas aguça, e nos faz compania, ou pode preencher um espaço oco., mesmo quando se compartilha um registro de intensidade, ela se autonomiza com mais facilidade.
          Ela passa autônoma por todas essas fronteiras, e com ela é possível
          entrar nessa ausência de espaço.