Ainda que o poder que legisla formas de controle, normas para a obediência ao grande irmão, ao deus de adoradores desses promotores da morte, desse ladrão das línguas, dessa ave de rapina que tenta aniquilar nossos sonhos, gestos poéticos e vitais, insista em suas políticas fascistas, ainda que eles propagem e façam as pessoas crer que a vida cotidiana(andar num transporte como se fossêmos prisioneiros rumo ao campo de extermínio, onde a necessidade individual, seja mais urgente que o respeito, que o bem coletivo), tem que ser assim de maneira difícil e sofrida.
Num passes de mágica(para um rebanho que as vezes por instinto regae contra a humilhação cotidiana, reage à condição de ratos de laboratórios, a qual são obrigadas a encenar pela força. Mas ao mesmo tempo, este rebanho adora este ídolo daqueles que fraquejam na batalha travada por liberdade de pensamento, de transição etc...), essa mágica que é uma solução fugaz, que aparece em épocas de mudanças, ou troca(de um ladrão, por um agiota, ou escravorata -bandido institucionalisado), dissimulado de social demo qualquer coisa, este multi color, este representante de limbos, da anti vida, que possibilta e facilita a ascensão de senhores dos feudos contemporâneos, estas serras, ex-guerrilheiros que se tornam sacerdotes do sistema, defensores de banqueiros, burocratas como os Kassapas, Geraldos Senhor Morte, que dissipam a nossa condição de suposto humano, tornando-nos, pelosensação, meio homem, qualquer coisa, um número. Apesar de toda essa lamaria, de toda esse aparato promotor de niilismo, o sublieme das flores, com suas formas e cores, estas nos fazem romper com essa engrenagem, evedenciam a relevância da arte de viver, nos devolve ao romantismo, ao tempo do riso, do olhar sincronisado com a dança silenciosa da noite, ao passo dos ventos, estes brincalhões... ainda é possível sentir esse aroma, e é a luta urgente, é a guerra para nos mantermos lúcidos, críticos e não entrarmos nos compartimentos do rancor, não vestir a máscara da amargura e do desespero. Apenas estes entrgam suas vidas a divindades fabricadas, a pastores e tiranos deo sirriso amareloe fabricado pela falsidade, pala dissimulação e cretinice.
Que a arte, a música e os bons gestos, os risonhos e zombeteiros clandestinos driblem essa máquina de tortura que tenta nos enquadrar à sua fome, estes nos seja força, potência, libido para o atemporal e indescritível dentro da poesia vital !!
Num passes de mágica(para um rebanho que as vezes por instinto regae contra a humilhação cotidiana, reage à condição de ratos de laboratórios, a qual são obrigadas a encenar pela força. Mas ao mesmo tempo, este rebanho adora este ídolo daqueles que fraquejam na batalha travada por liberdade de pensamento, de transição etc...), essa mágica que é uma solução fugaz, que aparece em épocas de mudanças, ou troca(de um ladrão, por um agiota, ou escravorata -bandido institucionalisado), dissimulado de social demo qualquer coisa, este multi color, este representante de limbos, da anti vida, que possibilta e facilita a ascensão de senhores dos feudos contemporâneos, estas serras, ex-guerrilheiros que se tornam sacerdotes do sistema, defensores de banqueiros, burocratas como os Kassapas, Geraldos Senhor Morte, que dissipam a nossa condição de suposto humano, tornando-nos, pelosensação, meio homem, qualquer coisa, um número. Apesar de toda essa lamaria, de toda esse aparato promotor de niilismo, o sublieme das flores, com suas formas e cores, estas nos fazem romper com essa engrenagem, evedenciam a relevância da arte de viver, nos devolve ao romantismo, ao tempo do riso, do olhar sincronisado com a dança silenciosa da noite, ao passo dos ventos, estes brincalhões... ainda é possível sentir esse aroma, e é a luta urgente, é a guerra para nos mantermos lúcidos, críticos e não entrarmos nos compartimentos do rancor, não vestir a máscara da amargura e do desespero. Apenas estes entrgam suas vidas a divindades fabricadas, a pastores e tiranos deo sirriso amareloe fabricado pela falsidade, pala dissimulação e cretinice.
Que a arte, a música e os bons gestos, os risonhos e zombeteiros clandestinos driblem essa máquina de tortura que tenta nos enquadrar à sua fome, estes nos seja força, potência, libido para o atemporal e indescritível dentro da poesia vital !!
